quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Mulheres empreendedoras criam objetos contra o estupro.

Mulheres empreendedoras criam objetos contra o estupro

 
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The Personal Guardian (O guardão pessoal) chama socorros quando acionado (Reprodução)
 
 
As mulheres estão se armando na luta contra o estupro. Se as armas geram polêmica, elas recorrem a outros produtos e recursos. Na Escócia, a estudante de marketing Rebecca Pick criou um dispositivo chamado The Personal Guardian (em português, o guardião pessoal), que pode ser fixado na alça do sutiã, no cinto ou em outras peças de roupa. Se a mulher se sentir ameaçada, ela pode ativá-lo pressionando dois botões. Isso aciona o celular dela por bluetooth, que automaticamente liga para uma central de monitoramento. Se a equipe dessa central verificar que há uma ação criminosa acontecendo, a polícia recebe a localização da mulher e vai em seu socorro.

Rebecca já conseguiu um financiamento de 60 mil euros (cerca de R$ 231 mil) para desenvolver seu projeto. As mulheres que usarem os dispositivos precisarão pagar uma taxa de 5 a 10 euros por mês de manutenção da central de monitoramento, mas o The Personal Guardian será distribuído gratuitamente.

Na África do Sul, uma médica chamada Sonnet Ehlers gerou polêmica ao criar a Rapex, uma camisinha anti-estupro, que ‘morde’ o pênis do homem que tentar estuprar a mulher. Isso acontece porque o objeto tem ‘dentes’ que podem ser acionados se algo tentar penetrar a vagina. Além disso, a camisinha ainda conta com um dispositivo que não permite que o homem sangre dentro da mulher, evitando o contágio por doenças sexualmente transmissíveis.

A médica se esforçou tanto para realizar este projeto que até vendeu seu carro e sua casa para financiá-lo. A intenção dela era distribuir 30 mil camisinhas anti-estupro durante a Copa do Mundo de 2010, mas não teve apoio do governo para isso.

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