domingo, 9 de agosto de 2015

Hackers invadem rede de lojas e roubam dados de milhões de clientes.

Hackers invadem rede de lojas e roubam dados de 2,4 milhões de clientes

Invasão ao site da rede britânica de lojas de telefones celulares Carphone Warehouse é o maior caso de violação de privacidade ocorrido no Reino Unido

Hacker
Hackers acessaram informações de 2,4 milhões de clientes de uma rede de lojas de telefones celulares (iStockphoto/Getty Images)

A rede britânica de lojas de telefones celulares Carphone Warehouse informou que hackers tiveram acesso às informações pessoais de 2,4 milhões de seus clientes, no maior caso de violação de privacidade ocorrido no Reino Unido. Em comunicado à imprensa, a empresa disse que seus sites na internet e serviços de internet móvel foram penetrados por hackers e que "dados pessoais, que podem incluir nome, endereço, data de nascimento e detalhes bancários de até 2,4 milhões de clientes podem ter sido acessados. Dados criptografados de cartões de crédito de até 90 mil clientes também podem ter sido acessados".
A Carphone Warehouse também disse ter tomado medidas imediatas para restabelecer a segurança de seus sistemas e contratado uma empresa de segurança cibernética para ajudar a determinar exatamente quais dados foram roubados. "Nós e nossos parceiros estamos contatando todos aqueles clientes que possam ter sido afetados para informá-los da invasão e lhes dar aconselhamento sobre como reduzir os riscos e minimizar as inconveniências", diz o comunicado.
No mês passado, o site de encontros extramaritais Ashley Madison havia informado que seus sistemas foram invadidos por hackers que ameaçavam revelar os nomes reais e as preferências pessoais dos 37 milhões de usuários. Os hackers disseram ter obtido nomes, endereços e outras informações pessoais dos clientes.
"A realidade é que penetrações de dados por hackers não são mais uma questão de 'se', mas de 'quando'. Pelo menos parte das informações da Carphone Warehouse estava criptografada, mas muitos dados pessoais não estavam", disse Mike Spykerman, vice-presidente da empresa de software de segurança OpSwat, sediada em San Francisco (EUA).
(Com Estadão Conteúdo)

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