sexta-feira, 3 de julho de 2015

Fotos mostram loja de itens de guerra do Estado Islâmico no Iraque.

Fotos mostram loja de itens de guerra do Estado Islâmico no Iraque

Imagens mostram armas, cintos de munição, roupas e botas de guerra.
Loja fica na cidade de Mosul, a segunda mais importante do Iraque.

 
Do G1

Loja do Estado Islâmico vende itens de guerra em Mosul, no Iraque (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz) 
Loja do Estado Islâmico vende itens de guerra em Mosul, no Iraque 
(Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)



Fotos publicadas no Twitter mostram uma loja de artigos de guerra mantida pelo grupo radical sunita Estado Islâmico (EI) no Iraque. As imagens foram postadas pela diretora do grupo SITE Intelligence, que monitora a ação de jihadistas na internet, Rita Katz.

A loja fica em Mosul, a segunda cidade mais importante do Iraque e onde o líder Abu Bakr al-Baghdadi apareceu em julho do ano passado para se declarar chefe do novo califado que abriga territórios conquistados no Iraque e na Síria.

As fotos mostram que nessa loja são vendidos itens como armas, cintos de munição, roupas e botas de guerra. 

Loja do Estado Islâmico em Mosul, no Iraque (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz) 
Loja do Estado Islâmico em Mosul, no Iraque (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)


O EI, também conhecido como Daesh ou ISIS, foi criado a partir do braço iraquiano da Al-Qaeda, a conhecida rede responsável pelos ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.
Com maior capacidade de recrutamento, mais estrutura e com um território conquistado entre o Iraque e a Síria, o EI tem atraído milhares de jovens do mundo todo. 

Botas de guerra são alguns dos itens vendidos em loja do Estado Islâmico em Mosul (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz) 
Botas de guerra são alguns dos itens vendidos em loja do Estado Islâmico em Mosul 
(Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)

O grupo jihadista segue uma leitura radical das escrituras islâmicas e tem uma visão sectária antixiita. A sharia, lei islâmica, é seguida de forma rígida e práticas como a decapitação de inimigos e a pena de morte a homossexuais são amplamente usadas.

O EI também usa a violência generalizada contra muçulmanos xiitas - além de não islâmicos, que eles chamam de "infiéis". O Observatório Sírio dos Direitos Humanos estima que mais de 2.600 pessoas foram executadas pelo EI desde a proclamação do seu califado.

Imagem de dentro da loja do Estado Islâmico em Mosul, no Iraque, mostra armas e acessórios de guerra (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz) 
Imagem de dentro da loja do Estado Islâmico em Mosul, no Iraque, mostra armas e acessórios de guerra (Foto: Reprodução/ Twitter/ Rita Katz)

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