quinta-feira, 30 de julho de 2015

Cientistas temem que esse robô vire real e destrua o mundo.

Principais cientistas do mundo temem criação de exércitos de robôs assassinos


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Já pensou nos seres humanos formando grupos de robôs que buscam alvos de forma independente, sem necessidade de controle humano, e lutam guerras? Parece ficção, mas na cabeça de nomes como Stephen Hawking, Steve Wozniak e Elon Musk é uma realidade — e um perigo gigantesco para a humanidade.

Em carta divulgada nesta terça-feira (28), na abertura da International Joint Conferences on Artifical Intelligence, pesquisadores de todo o mundo mostraram seu medo de que comecem a ser criadas máquinas assassinadas e se colocaram totalmente contra esse tipo de produção. O medo é que uma nova corrida armamentista, como nos tempos de Guerra Fria, comece.

“A inteligência artificial chegou em um ponto onde o desenvolvimento desses sistemas [assassinos] será viável em anos, não em décadas, e as apostas são altas: armas autônomas estão sendo descritas como a terceira revolução na guerra, depois da pólvora e das armas nucleares. Se alguma grande força militar começar o desenvolvimento dessas armas, uma corrida armamentista global é inevitável”, diz a carta.

O temor dos pesquisadores é óbvio: que essas armas, após desenvolvidas, não fiquem apenas nas mãos de forças regulares e sejam usadas por terroristas e ditadores. Além disso, a inteligência artificial é barata e fácil, deste modo, de ser usada na criação de verdadeiros exércitos. Para eles, uma limpeza étnica seria coisa simples para robôs programados para matar.

“Em suma, acreditamos que a inteligência artificial tem potencial para beneficiar a humanidade em diversas formas, e o objetivo do campo deve ser esse. Começar uma corrida armamentista é algo ruim, uma ideia péssima, e deve ser previnida pelo banimento de armamentos autônomos ofensivos além do controle humano”, finaliza a carta.

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