quarta-feira, 22 de abril de 2015

Nova empresa de abastecimento vai investir R$ 90 mi em Pará de Minas, MG.

Nova empresa de abastecimento vai investir R$ 90 mi em Pará de Minas

Águas de Pará de Minas iniciou atividades em antiga área da Copasa.
Cerca de 150 pessoas devem trabalhar na empresa.

 
Do G1

Reintegra Água Pará de Minas  (Foto: TV Integração/Reprodução)Nova empresa assume serviço de água em Pará
de Minas (Foto: TV Integração/Reprodução)

A empresa Águas de Pará de Minas é a nova responsável por administrar o serviço de captação, tratamento e abastecimento de água na cidade de Pará de Minas. Na última sexta-feira (17), a Justiça concedeu a reintegração de posse à Prefeitura do município da área ocupada pela sede da Companhia de Abastecimento de Minas Gerais (Copasa). O local será utilizado pela nova contratada para o serviço na cidade, que inicialmente vai investir R$ 90 milhões. O atendimento foi iniciado nesta quarta-feira (22), no mesmo local.
Uma reforma é feita para receber a concessionária que será responsável pela captação, tratamento e abastecimento. Entre os reservatórios, está um que tem capacidade de cinco milhões de litros. Segundo o prefeito de Pará de Minas, Antônio Júlio, demorou um ano e meio e foram sete processos judiciais, para que a contratação fosse autorizada. "Nós conseguimos encerrar esse ciclo de disputa judicial", disse.
Cerca de 150 pessoas devem trabalhar na empresa. Parte já foi contratada e a maioria da mão de obra é local. O atendimento foi retomado nesta quarta-feira. A intenção da concessionária é construir uma adutora em no máximo um ano para resolver o problema da falta d'água.
Segundo o superintendente da empresa águas de Pará de Minas, Thiago Contage, inicialmente será feito um investimento de R$ 90 milhões. "Nós recebemos a ordem de serviço do Município na última sexta-feira e desde então a água de Pará de Minas é a operadora do sistema, desde a captação. Tudo está bem resolvido", explicou.


Crise hídirca

O problema da falta de água se agravou em 2014. Com a situação, a Prefeitura decretou calamidade pública. Em alguns bairros o fornecimento era feito por sistema de rodízio. Mesmo com a mudança, o prefeito ressalta que a economia deve continuar. Segundo ele, a situação ainda precisa de tempo pra ser resolvida. "A população tem que entender que é um momento de crise. Nós dependemos do mancial e caso ele seque, vamos ter dificuldade. Mas tenho certeza que, com esta mudança, esta dificuldade será momentânea. Logo Pará de Minas está livre desta situação", explicou.

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