quinta-feira, 26 de março de 2015

Cientistas encontram no Egito a mais antiga evidência de câncer de mama.

Cientistas encontram no Egito a mais antiga evidência de câncer de mama

Descoberta foi feita a partir da análise de um esqueleto feminino de 4.200 anos

Policial faz patrulha sobre um camelo em frente às pirâmides de Giza durante o primeiro dia do Rali dos Faraós, no Egito
 
Policial faz patrulha sobre um camelo em frente às pirâmides de Giza, no Egito(Khaled Desouki/AFP/VEJA)
 
 
Pesquisadores de uma universidade espanhola descobriram nos restos mortais de um esqueleto de 4.200 anos o que autoridades egípcias estão chamando de o mais antigo caso de câncer de mama já identificado. A doença foi detectada em uma mulher cujos restos mortais datam do fim da 6ª dinastia do Egito Antigo. A descoberta foi anunciada nesta terça-feira pelo Ministério de Antiguidades egípcio.

De acordo com os pesquisadores, o estado do esqueleto indica que a mulher pertencia a uma classe alta, e que talvez sua doença a tenha impedido de desempenhar algumas atividades.


Outro caso 

Em 2013, arqueólogos britânicos anunciaram ter descoberto o até então mais antigo exemplar completo de um ser humano com câncer metastático. Os pesquisadores encontraram evidências de tumores por todo corpo em um esqueleto de mais de 3.000 anos de idade, achado em uma tumba no Sudão. A descoberta foi relatada na revista científica Plos One.
(Com EFE)

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