sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Abastecimento de água começa voltar ao normal em cidades do Centro-Oeste mineiro.

Abastecimento começa voltar ao normal em cidades do Centro-Oeste

Itapecerica e São Gonçalo do Pará tiveram racionamento de água.
Divinópolis presenciou baixa significativa do nível do Rio Itapecerica.

 
Do G1 

Copasa usa caminhão-pipa para abastecer a população em Itapecerica (Foto: Ricardo Welbert/G1)Em Itapecerica, a Copasa usou caminhões-pipa
para abastecer (Foto: Ricardo Welbert/G1)

Várias cidades do Centro-Oeste de Minas Gerais sofreram com a falta de água em 2014. O longo período de estiagem comprometeu o abastecimento e o racionamento foi inevitável. Com as chuvas dos últimos dias, a situação tem se normalizado em algumas delas. Em Itapecerica, um dos municípios mais afetados pelo problema, a situação melhorou, segundo o gerente regional da Companhia de Saneamento (Copasa), Ronaldo Lyrio.
Na cidade, o abastecimento foi normalizado. A captação de água tem sido feita durante 12 horas por dia. "Sabemos que foi uma situação difícil e pedimos desculpas à população, mas explicamos que foi uma situação alheia à vontade da Copasa. Ainda assim, fizemos tudo o que podíamos para minimizar os impactos", disse Lyrio.
A cidade é abastecida pelo Ribeirão do Gama. "Com o período de folga na captação, fica disponível igual quantidade de água para os produtores que vivem no trecho posterior ao local onde fica nossa unidade de captação", explicou o gerente.


São Gonçalo do Pará

Em São Gonçalo do Pará, o Ribeirão dos Morais também mostra nível mais alto. "A população desta cidade passou por dificuldades que entendemos. Esse ribeirão tem uma bacia um pouco menor que a do Gama e ambas estão sob monitoramento, mas com abastecimento normalizado", detalhou.

Ronaldo Lyrio explicou ações da Copasa em
Itapecerica (Foto: Ricardo Welbert/G1)
Ronaldo Dias explica ações da Copasa para amenizar o problema (Foto: Ricardo Welbert/G1)Divinópolis

O nível do Rio Itapecerica, em Divinópolis, ficou muito baixo durante o período de estiagem. Este ano, com uma seca atípica, o volume do leito foi um dos menores e isso causou impactos na natureza. "Felizmente, não tivemos problemas no abastecimento, o que mostra que as estruturas estão adequadas ao funcionamento", afirmou Lyrio.
Para evitar que falte água no município, a Copasa afirma fazer campanhas. "Precisamos parabenizar as pessoas pelas mudanças de comportamento em relação ao consumo de água. Acho que a partir dessa seca, a nossa relação com esse recurso natural mudará para melhor, para que o tenhamos em abundância por mais tempo", finalizou.

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