segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Receita Federal apreende mala com R$ 520 mil no aeroporto de Viracopos.

Receita Federal apreende mala com R$ 520 mil no aeroporto de Viracopos

Suspeito não conseguiu comprovar origem do dinheiro, informou o órgão.
Passageiro seguia para o estado do Paraná e carregava quantia em notas.

 

Do G1
 
Mala com dinheiro apreendida no aeroporto de Viracopos, em Campinas (Foto: Receita Federal)Mala com dinheiro apreendida no aeroporto de
Viracopos, em Campinas (Foto: Receita Federal)

A Receita Federal apreendeu uma mala, de 27 kg, com R$ 520 mil em dinheiro no Aeroporto Internacional de Viracopos. O passageiro voou de Aracaju (SE) com destino a uma cidade do Paraná, e fazia escala no terminal aéreo de Campinas (SP) quando foi abordado em uma inspeção de rotina. Segundo o órgão, o suspeito prestou depoimento e não conseguiu comprovar a origem do valor. Ele foi liberado, mas a Polícia Federal informou que vai abrir inquérito para investigar se a quantia é lícita.
Segundo o inspetor-chefe da alfândega de Viracopos, Antonio Andrade Leal, é incomum que passageiros carreguem essa quantia. "Foram pouco convincentes os argumentos que ele apresentou", afirmou. De acordo com Leal, o suspeito, de 30 anos, disse que era empresário, entretanto estava fora do mercado na ocasião. O caso ocorreu na sexta-feira (17).


Suspeita

Entre as justificativas apresentadas, segundo Leal, foi a de que o valor era resultado de economia de muitos anos. O passageiro prestou depoimento à Receita Federal das 6h de sexta-feira até o início da tarde e foi liberado para seguir viagem. Segundo o órgão federal, inicialmente o suspeito declarou que não havia nada na mala de mão e também deu informações incorretas sobre a quantia carregada, o que reforçou a suspeita sobre a origem do dinheiro.
Uma representação foi feita para o Ministério Público Federal (MPF) e o valor fica retido em uma conta administrativa, informou a Receita. De acordo com Leal, é preciso comprovar a origem dessa quantia. "Existe risco de lavagem de dinheiro", afirmou o inspetor-chefe.

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