quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Aluno envolvido em trote com saudação nazista é expulso da UFMG.

Aluno envolvido em trote com saudação nazista é expulso da UFMG

Outros 3 estudantes foram suspensos por um semestre, diz universidade.
Caso aconteceu na Faculdade de Direito em março de 2013.

 
Do G1 MG

 
Aluno de blusa preta foi expulso, os outros dois,
suspensos da UFMG por um semestre.
(Foto: Reprodução / TV Globo)
Aluno de blusa preta foi expulso, os outros dois suspensos por um semestre (Foto: Reprodução / TV Globo) A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) decidiu nesta terça-feira (12) expulsar um dos alunos envolvidos em um trote polêmico na Faculdade de Direito em março de 2013. De acordo com a universidade, outros três estudantes foram suspensos por um semestre.
O caso ganhou repercussão após fotos da recepção de calouros começarem a circular na internet. Em uma das imagens postadas, uma jovem aparece pintada de preto e tem uma placa de papel pendurada no pescoço com os dizeres “caloura Chica da Silva”, as mãos dela estão acorrentadas e um rapaz segura essa corrente. Na outra imagem, três jovens, um deles com um pequeno bigode, fazem um gesto típico dos nazistas – a mão esticada para frente – ao lado de um rapaz amarrado a uma pilastra.
De acordo com a universidade, este aluno que tinha um bigode e fazia o gesto nazista foi o expulso. Os quatro envolvidos eram estudantes de Direito na época do trote.


Após trote polêmico, aluno foi suspenso por um
semestre pela UFMG (Foto: Reprodução / TV Globo)
Após trote polêmico, aluno foi suspenso por um semestre pela UFMG (Foto: Reprodução / TV Globo) A decisão foi tomada pelo Conselho Universitário durante uma reunião nesta terça-feira. Conforme a UFMG, a recomendação foi feita por uma comissão de professores encarregada de conduzir o processo administrativo disciplinar instaurado contra os estudantes. A comissão trabalhou no caso desde 7 de outubro de 2013.
No parecer final, segundo a UFMG, a comissão considerou que as imagens “são repulsivas e remontam a situações simbólicas de discriminação histórica, além de atentar contra as conquistas da liberdade, igualdade e diversidade garantidas juridicamente, o que não pode ser olvidado, especialmente em uma faculdade de direito”.
Os estudantes não foram localizados para comentar a decisão.

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