sábado, 28 de junho de 2014

Atirador de elite pediu autorização para abater suspeito na abertura da Copa.

Atirador de elite pediu autorização para abater suspeito na abertura da Copa

Yahoo Esporte Interativo 
 
COPA/SP/ABERTURA
A presidente Dilma Rousseff e o presidente da Fifa, Joseph Blatter, acompanham a cerimônia de abertura da Copa do Mundo
 
Por pouco,  a abertura da Copa do Mundo de 2014 na Arena Corinthians não foi marcada por uma morte. Conforme reportagem do jornal 'Folha de S. Paulo', já com a bola rolando um atirador de elite pediu permissão para abater um suspeito armado que estava próximo à tribuna onde se encontrava a presidente Dilma, chefes de Estado e outras autoridades da Fifa.
A reportagem de Reynaldo Turollo Jr. e Sabine Righetti  ainda dá conta que o disparo só foi evitado após o suspeito ter sido reconhecido como um policial. O caso, no entanto, gerou uma crise entre as polícias Civil e Militar;    
O caso foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública Paulista e sua investigação resultou em uma revisão do protocolo de segurança para os jogos seguintes da Copa. Além de Dilma, estavam presentes no recinto supostamente ameaçado o vice-presidente, Michel Temer, o presidente da Fifa, Joseph Blatter, e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.
Na ocasião, o atirador de elite avisou seus superiores sobre um homem suspeito com a farda do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate)  na área restrita aonde se encontravam as autoridades. A informação foi passada para sala de comando montada dentro do estádio que informou que não havia nenhum PM do Gate na área.
Com a suspeita de que se tratasse de um criminoso disfarçado de policial, o atirador de elite pediu permissão para abater o suspeito. O comando de segurança pediu para ele esperar temendo que o disparo pudesse causar tumulto entre torcedores e autoridades.
A tragédia foi evitada quando um policial analisou as imagens da sala de monitoramente e reconheceu o suspeito como um membro do Gate. O PM tratado como suspeito saiu da área restrita imediatamente .
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública reconheceu o erro. "A Secretaria da Segurança Pública esclarece que, no episódio em questão, houve um erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências."

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