quinta-feira, 3 de abril de 2014

Justiça condena jovens por morte de taxista de Itaúna, MG.

Justiça de MG condena jovens por morte de taxista a mais de 30 anos

Informação é do delegado que fez parte das investigações.
As duas assassinaram o taxista a facadas após pedirem corrida até Oliveira.

Do G1

Corpo de taxista morto foi encontrado em uma estrada de terra em Oliveira (Foto: Marcelo Praxesdes/Divulgaão)Corpo de taxista foi encontrado em Oliveira
(Foto: Marcelo Praxesdes/Divulgação)

Foram condenadas na semana passada a mais de 30 anos de prisão em regime fechado, as duas mulheres que mataram um taxista de Itaúna, no início do ano.  
 As duas vão cumprir pena no Presídio Doutor Nelson Pires, em Oliveira, onde já estavam presas desde o fim de janeiro. As informações são do delegado que fez parte das investigações, Alex Araújo.





O crime

As duas mulheres assassinaram a facadas um taxista de aproximadamente 74 anos, em Oliveira, no dia 17 de janeiro deste ano. Segundo a Polícia Militar (PM), elas pediram uma corrida de Itaúna para Oliveira e quando chegaram ao local mataram o idoso alegando que não tinham dinheiro para pagar a viagem. Uma testemunha viu o crime e acionou a PM. "Elas assassinaram com perfurações no tórax e nas mãos. Há ainda suspeitas de que as mulheres tenham passado o carro em cima dele", contou o sargento da PM Norton Santos.
Ainda de acordo com informações da polícia, as duas jogaram o corpo do taxista em uma estrada de terra na comunidade Ponte de Ferro e em seguida fugiram no táxi pela BR-494, sentido a BR-381.


Prisão

Dois dias após o crime as duas foram presas em Campinas (SP). Segundo a PM. Elas foram abordadas porque o veículo tinha vidros quebrados, marcas de tiros e manchas de sangue. Ambas confessaram o crime em depoimento, no dia da prisão.
As suspeitas foram encontradas na Rua Luzitana, no Centro de Campinas. Para a polícia elas contaram que haviam parado o Ford Focus com placas de Itauna para descansar. Após a morte do taxista, elas teriam fugido com o táxi para Jundiaí (SP), onde pretendiam encontrar um conhecido. Ao chegar ao local e descobrirem que ele estava preso, saíram sem destino e chegaram até Campinas, onde foram localizadas. Após a prisão elas foram levadas para o Presídio Doutor Nelson Pires, em Oliveira.

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