segunda-feira, 28 de abril de 2014

Efeito George: roupinhas usadas por bebê real viram febre e somem das lojas.

Efeito George: roupinhas usadas por bebê real viram febre e somem das lojas

Look usado na chegada a Sidney tem fila de espera de até dois meses

O Globo
 
Ícone de estilo baby: look esgotado AFP
ícone de estilo baby: look esgotado Foto: AFPO pequeno George pode não parecer fisicamente com a mãe, mas com certeza já é igualzinho a Kate Middleton quando se fala no poder em influenciar a moda britânica. Os looks usados pelo bebê durante a viagem oficial da família para a Nova Zelândia e Austrália esgotaram em tempo recorde e algumas peças já tem fila de espera que pode demorar até dois meses, segundo informações do jornal britânico "Daily Mail". Exemplo? O macacão usado na chegada a Sidney, no dia 16 de abril.
"Toda mãe, especialmente as britânicas, sonha em vestir suas crianças como o bebê real", disse Christine Innamorato, diretora-criativa da grife infantil Bonpoint, ao "New York Times". "Ele pode ter apenas nove meses, mas o príncipe George lança tendências, igual a mãe".
A estilista Rachel Riley, uma inglesa que vende suas criações em Londres e nas luxuosas lojas de departamento americanas Barneys e Bergdorf Goodman viu sua vida mudar quando George apareceu brincando na Nova Zelândia com sua roupinha estilo marinheiro.
"Foi um dividor de águas", disse ela ao "New York Times". "Gosto de vestir meus filhos e as crianças dos nossos clientes. Mas se você me perguntar se há uma criança que eu gostaria de vestir, com certeza seria o herdeiro do trono".
Resultado? É difícil achar essa roupinha, que custava 77 libras (cerca de R$ 290).
"Esgotaram em poucas horas", disse ela, que fez questão de postar os looks usados por George no Instagram de sua marca.
Os acessórios do bebê também têm sido vendidos como água. A mochila infantil de canguru, presente dado pela Australian Koala Foundation, esgotou em horas, e a empresa fornecedora já trabalha para repor as unidades imediatamente, segundo informações de Deborah Tabart, CEO da fundação.

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