sábado, 31 de agosto de 2013

Seguranças de Gisele Bündchen irão a júri por ataque.

Seguranças de Gisele Bündchen são processados por ataque a fotógrafo

Eles serão julgados por tentativa de homicídio, diz tribunal da Costa Rica.
Agressão foi cometida em abril de 2009, perto da casa da modelo.

Da France Presse

Gisele Bündchen no baile de gala do Metropolitan
Museum, em Nova York. (Foto: AP)
Gisele Bündchen no baile de gala do Metropolitan Museum, em Nova York. (Foto: AP) Três ex-seguranças da modelo Gisele Bündchen e do astro de futebol americano Tom Brady serão julgados por tentativa de homicídio de dois fotógrafos, um deles da Agence France-Presse (AFP), informou um tribunal da Costa Rica.
O Tribunal de Puntarenas convocou "para a celebração do debate oral e público (...) em 23 de setembro", na causa por "tentativa de homicídio contra Yuri Cortez e Carlos Avilés", segundo uma cópia da resolução entregue à AFP.
O ataque com armas de fogo contra Cortez, fotógrafo da AFP, e seu colega Carlos Avilés, de um jornal local, foi cometido em 4 de abril de 2009 perto da casa da modelo brasileira, no balneário de Santa Teresa de Cóbano, durante uma festa de casamento. O trio de seguranças - dois costa-riquenhos e um colombiano - prendeu os dois fotógrafos na rua e os obrigou a ir até as imediações da casa de Gisele.
Lá, chegaram dois estrangeiros. Um deles disse ser o americano Tom Brady, marido da modelo. Eles exigiram a entrega das câmeras, o que foi negado pelos fotógrafos. Quando os jornalistas voltavam para o carro, um dos seguranças atirou no veículo. A bala passou entre os dois fotógrafos, perdeu força, passou pelo para-brisas e caiu dentro do carro, segundo a denúncia.
"Esperamos uma condenação. Contamos com provas suficientes para sustentar o fato no tribunal", disse o advogado dos denunciantes, Víctor Herrera. Os acusados são os costa-riquenhos Alejandro Valverde, que se identificou como o chefe de segurança nesse dia, e Miguel Solís, assim como o colombiano Alexander Barahona, apontado por Cortez como o autor do disparo.
A vida dos jornalistas "correu perigo nesse momento, e eles querem, logicamente, que se faça justiça", ressaltou Herrera. O advogado lembrou que, em uma audiência anterior há quase três anos, os seguranças "insultaram" os demandantes ao lhes oferecer 200 dólares para encerrar o caso.
"Estou feliz que, depois de mais de quatro anos de espera, a Justiça costa-riquenha leve o caso a julgamento. Eles tentaram me matar, e acho que temos elementos suficientes para provar isso", disse Cortez, de nacionalidade salvadorenha e que hoje trabalha como fotógrafo da AFP no México. O tribunal agendou nove horas de audiência para ouvir as partes e as testemunhas, no dia 23 de setembro.

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